terça-feira, 27 de abril de 2010

ARQUIVISTAS GRADUADOS NA UEL NO MERCADO DE TRABALHO

O curso de Arquivologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), criado em 1998, formou aproximadamente 180 (cento e oitenta) arquivistas que estão atuando em empresas públicas e privadas nos mais diversos setores. Sendo o profissional capacitado para a gestão da Informação, gestão de arquivos, criação e gestão de sistemas de informação, entre outras atividades técnicas e intelectuais, o arquivista vem conquistando o mercado de trabalho.

Um levantamento recente mostra que entre 2002 e março de 2010, estes graduados em Arquivologia pela UEL conquistam seu espaço nas indústrias alimentícia, metalúrgica, moveleira, farmacológica, petroquímica, hardwares e softwares, além de agroindustriais.

No setor privado, atuando em empresas de telecomunicações, transporte rodoviário, redes de farmácias, construção civil, seguridade social, tabelionatos, agências de emprego e usinas de beneficiamento.

No terceiro setor, junto aos profissionais liberais, os arquivistas graduados pela UEL estão em escritórios contábeis, advocacias, arquitetura e engenharia e também em arquivos especializados, como eclesiásticos, imprensa (TVs, revistas, editoras e jornais), hospitalares, cartórios, associações e entidades de classe.

Alguns destes ex-alunos de Arquivologia graduados pela UEL estão trabalhando em Sistemas de Arquivos universitários, estaduais e federais, Arquivos Públicos municipais e estaduais, Centros de Documentação e Pesquisa, e também na criação e implantação de Memoriais.

Há também alguns arquivistas que se dedicam ao ensino da arquivologia, tornaram-se professores colaboradores na própria UEL. Outros estão investindo na sua capacitação através de cursos de especialização e em mestrados.

Vale ressaltar que os arquivistas graduados pela UEL estão obtendo excelentes resultados em concursos públicos. Nos últimos meses, ex-alunos recém-formados foram aprovados nas primeiras colocações de alguns concursos.

As empresas têm percebido o quanto é importante a presença do arquivista na gestão das informações e de arquivos, realidade essa que comprova que a arquivologia é uma área em ascensão.

Por: Daniella Debertolis. Docente colaboradora do Departamento de Ciência da Informação da UEL. Graduada em Arquivologia. Especialista em Informação, Conhecimento e Sociedade pela UEL.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

ARQUIVOLOGIA: MEMÓRIA E INFORMAÇÃO PRESERVADOS

Andréa Prado Souza: documentos devem estar sempre alinhados com as estratégias e metas globais da empresa
''Depósito de papel velho, não é arquivo é depósito de papel velho''. A argumentação é da professora de arquivologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Wilmara Calderon.

A Arquivologia é uma ciência nova, que teve seu início acadêmico em 1977 na cidade do Rio de Janeiro, mas os sistemas de arquivo precedem a 4.000 a.C. No País ao todo são 13 cursos e no Estado, o único é o da Universidade Estadual de Londrina, conta a professora.

O campo de trabalho do arquivista ao contrário do que muitas pessoas pensam não se resume a quatro paredes e a arquivos de aço. ''O arquivo se divide entre a questão da memória e a questão administrativa. É um sistema de informação e abre um leque de locais de trabalho muito amplo como igrejas, farmácias, bancos, estabelecimentos de ensino, hospitais, áreas de recursos humanos e onde mais houver documentos e atividades administrativa que gerem informação'', diz Wilmara.

Digitalização de Prontuários

No Hospital do Câncer de Londrina (HCL) está realidade se cumpre. Está em desenvolvimento um projeto de digitalização dos prontuários dos pacientes. O motivo, segundo a professora de análise documentária da UEL Rosane Lunardelli, é elaborar uma metodologia para essa digitalização, de modo a agilizar a recuperação dos dados, diminuir o risco de perda dos documentos e abrir mais espaços para futuros leitos no HCL. ''O projeto 'Organização da Informação e do Conhecimento Registrado' colabora com a melhoria da estrutura física do hospital. Esses documentos que hoje ocupam um grande espaço, num futuro bem próximo estarão todos digitalizados e certificados pelo Conselho Federal de Medicina e pelo Serviço Brasileiro de Informática da Saúde que são os órgãos competentes para isso'', afirma Lunardelli.

Mas Wilmara acredita que a profissão só será valorizada quando houver conscientização por parte da sociedade. ''Falta mesmo é a consciência do nosso país da importância da profissão e da significância que a documentação tem na vida do cidadão''. Ela ainda considera que em atos simples como nascer, casar e se aposentar todas as pessoas precisam e recorrem aos arquivos para se documentar. ''Muitas vezes provas processuais advêm de fatos que estão guardados há anos e só são passíveis de recuperação pela dedicação e responsabilidade que o arquivista tem''. Para ela o profissional tem um peso social significativo para a cidadania e democracia do País.

A área mais promissora, segundo a coordenadora, se concentra na área dos concursos públicos. E ela tem razão. Se encontram abertos dois editais para a contratação de arquivistas sendo: Um para o concurso da Defensoria Pública da União que recebe inscrições até 25 de abril, com remuneração para nível superior de até R$ 3.532,95. E o da Universidade Federal do Espírito Santo que recebe inscrições até hoje para o cargo de professor assistente de arquivologia. www.drh.ufes.br

PERFIL DO PROFISSIONAL

Ca­rac­te­rís­ti­cas
  Ter per­so­na­li­da­de fle­xí­vel, gos­tar de or­ga­ni­za­ção, ser ou­sa­do, ter co­nhe­ci­men­tos na ­área de his­tó­ria, gos­tar de se re­la­cio­nar com o pú­bli­co e não ter me­do do no­vo. A pro­fis­são exi­ge de­sa­fios o tem­po to­do.

O que faz

■ Planeja, organiza e dirige serviços de arquivo, desde a identificação dos documentos até a microfilmagem;

■ Oferece orientação para preservar documentos;

■ Desenvolve o layout das estantes e espaços disponíveis para alocação do acervo

da instituição;

■Atende ao público ou empresas no controle de empréstimos de documentos entre outras atividades.

Onde atuar

■ Poder executivo, legislativo e judiciário;
■ Área de recursos humanos de empresas;
■ Hospitais,instituições financeiras, estabelecimentos de ensino;

■Consultorias em igrejas, farmácias, indústrias e diversos outros segmentos.

Sa­lá­rios

  De acor­do com a As­so­cia­ção dos Ar­qui­vis­tas Bra­si­lei­ros (AAB), os sa­lá­rios va­riam en­tre R$ 1,3 mil a R$ 2 mil pa­ra pro­fis­sio­nal re­cém-for­ma­dos e de R$ 3 mil a R$ 5 mil pa­ra ar­qui­vis­tas ex­pe­rien­tes. (K.A)


Kalinka Amorim
Reportagem Local

Fonte: Folha de Londrina, 23/04/2010, Caderno de Economia.

domingo, 18 de abril de 2010

HORA DO CONTO DESPERTA O INTERESSE DAS CRIANÇAS PELA LEITURA

video

A NOVA REITORA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA ELEITA PARA A GESTÃO 2010-2014 É BIBLIOTECÁRIA

Os bibliotecários tiveram uma ótima notícia no último 14 de abril, quando foi realizada a eleição para a escolha da nova reitoria da Universidade Estadual de Londrina (UEL), uma das mais importantes instituições de ensino superior do Estado do Paraná. A reitora eleita é bibliotecária e ingressou nessa instituição primeiro como aluna e posteriormente foi admitida por concurso público como bibliotecária da UEL. Ela exerceu esse cargo com zelo e dedicação até ser aprovada em concurso público para docente também na UEL. Fez mestrado na então Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais (1991) e concluiu seu Doutorado em Ciência da Informação na mesma Universidade em 2006.

Mas a vocação para a administração já era observada na pessoa da professora Nádina desde a época em que atuava como bibliotecária chefe no Serviço de Circulação da então Biblioteca Central da Universidade Estadual de Londrina, pois era, à época, o setor da Biblioteca que possuía o maior número de funcionários e todos sob o comando da mencionada profissional.

Quando ingressou na docência , os professores do então Departamento Biblioteconomia , hoje Ciência da Informação, logo perceberam a sua segurança para tomar decisões, a maneira especial para lidar com questões administrativas, a facilidade para interpretação da legislação vigente na instituição bem como a vocação para liderar pessoas. Tanto foi assim que, com pouquissímo tempo de casa , ela foi eleita chefe de Departamento, cargo que ocupou por duas gestões. Na atuação com Chefe de Departamento chamou , pelos mesmos predicados já citados, a atenção da Comunidade do Centro de Educação, Comunicação e Artes - CECA , formada por professores, funcionário e alunos dos Cursos de Arquivologia, Artes Cênicas, Artes Visuais, Biblioteconomia, Design Gráfico, Design de Moda, Jornalismo, Música, Pedagogia e Relações Públicas, de modo que essa comunidade a elegou por três gestões para o cargo de Diretora. Além desses cargos, a professora Nádina atuou como diretora do Sistema de Arquivo da Universidade Estadual de Londrina e sua atuação foi marcada pelo dinamismo, avanço do setor e sintonia com a comunidade universitária em geral.

Quem já trabalhou com a professora Nadina sabe que ela consegue aliar competência com sensibilidade, trabalha muito, toma decisões com rapidez e ainda consegue ouvir os problemas pessoais dos funcionários mais humildes.

Por fim, gostaríamos de dizer que conhecemos a Nadina há mais de 30 anos e uma de suas características é o fato de se manter como a mesma pessoa independente do cargo que ocupa. Isso é raro, uma vez que a maioria das pessoas no exercício de cargos deixa-se seduzir pelo poder, revelando comportamentos até então desconhecidos.

Pela sua história na Universidade, pelo fato de ter sido eleita contando com uma vice-reitora, professora Doutora Berenice Jodão, que tem igualmente um passado respeitável na instituição, acreditamos no sucesso da nova reitoria da UEL.

Por Ivone Guerreiro Di Chiara

quarta-feira, 14 de abril de 2010

BIBLIOTECONOMIA É DESTAQUE NA FOLHA DE LONDRINA

"Bibliotecário: a informação como ferramenta de trabalho". Essa chamada publicada no dia 14/04/2010 na Folha de Londrina/Folha Economia na coluna Sua Carreira, destaca o profissional Bibliotecário como um agente ativo no cenário das organizações. A Professora Doutora Silvana Drumond Monteiro, Coordenadora do Curso de Biblioteconomia da UEL, destaca a importância deste profissional nos dias atuais.

FONTE: http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--2714-20100414

REPORTAGEM NA FOLHA DE LONDRINA DESTACA A ATUAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO

Publicado nesta quarta-feira, 14/04/2010, na Folha de Londrina, na Coluna de Economia, uma matéria sobre o "Bibliotecário: a informação como ferramenta de trabalho". A matéria destaca a importância do bibliotecário em vários campos no mercado de trabalho, elencando os campos que o Conselho Federal de Bilbioteconomia apontam como sendo de competência do Profissional Bibliotecário. A Coordenadora do Curso de Biblioteconomia da UEL, destaca a formação do profissional, bem como a remuneração desses profissionais.


Fonte:

quinta-feira, 1 de abril de 2010

CENSO PROFISSIONAL

A coleta de dados do primeiro censo profissional do Sistema CFB/CRB teve início em 5 de março e se encerrará em 5 de junho. A iniciativa tem por objetivo conhecer a categoria e viabilizar um projeto político para a valorização da profissão em âmbito nacional.
Todos os profissionais inscritos no Sistema CFB/CRB devem participar do censo, que abrange
dois módulos: o cadastro, com informações sobre o perfil profissional; e o módulo referente às
competências, que inclui a identificação das qualificações que o bibliotecário brasileiro reconhece
possuir.
Segundo informa a Diretoria do CFB, “a consolidação dos dados do censo permitirá ao Sistema
CFB/CRB mapear a situação dos profissionais bem como identificar espaços de ação do órgão em prol do efetivo reconhecimento de quem somos e o que fazemos”.

Fonte: http://www.cfb.org.br